
A Animação Sociocultural é um conceito multimensional e por isso mesmo, de não fácil definição e conceptualização. Podemos simplificar o conceito, centrando a nossa reflexão nos fins: promoção de mudanças, de processos de desenvolvimento, em grupos e/ou comunidades). Podemos, também, procurar conceptualizar a Animação Sociocultural a partir da explicitação dos seus princípios e modelos de natureza metodológica: implicação activa dos públicos com quem se trabalha na construção, implementação e avaliação de projectos coerentes de actuação suportados num adequado diagnóstico social da realidade; promoção de processos de autonomia e de desenvolvimento sustentado nos grupos e comunidades com quem se trabalha; abordagem sistémica, multidisciplinar e integrada da realidade social e cultural; etc. Ainda assim, a diversidade de âmbitos, de contextos e públicos da Animação Sociocultural e a variedade de instrumentos a que pode recorrer e de actividades concertas em que se traduz, tornam difícil a tarefa de definir com facilidade.
No entanto, podemos defini-la de uma forma geral, citando Rui Canário, “a animação é o eixo estruturador de uma intervenção educativa globalizada que apela a diferentes tipos de articulação: a articulação entre modalidades educativas formais e não formais; a articulação entre actividades escolares e não escolares; a articulação entre educação das crianças e dos adultos” (Canário, 2000a: 136).
Podemos concluir que através de uma intervenção educativa globalizada e participada, a animação desempenha um papel importante na elevação da auto-estima colectiva relativamente a um território e à sua história e património cultural e ambiental e na criação de uma vontade colectiva de mudança.
No entanto, podemos defini-la de uma forma geral, citando Rui Canário, “a animação é o eixo estruturador de uma intervenção educativa globalizada que apela a diferentes tipos de articulação: a articulação entre modalidades educativas formais e não formais; a articulação entre actividades escolares e não escolares; a articulação entre educação das crianças e dos adultos” (Canário, 2000a: 136).
Podemos concluir que através de uma intervenção educativa globalizada e participada, a animação desempenha um papel importante na elevação da auto-estima colectiva relativamente a um território e à sua história e património cultural e ambiental e na criação de uma vontade colectiva de mudança.